O orgulho dos poetas não passa de defesa; a dúvida atormenta até mesmo os melhores; eles necessitam de nosso testemunho para não se desesperarem. françois mauriac Pra começar esse post, que com um certo desânimo "posto", dias sem passar por este blog, tirei as áspas dos versos. Acho que fica melhor assim. Não acho mais necessário já que todos que passam por aqui já perceberam que essas frases em negritos nunca são minhas, e sim de autores especificados logo em seguida das mesmas. Pois então. Hoje eu quero fazer de poesia. Acho que é a segunda arte que me atrai depois da música. É, desde muito novinha eu já me via perdida em meios aos livros dos poetas mais loucos. Alguns deles eu fui atrás de perceber que na biografia de alguns eram citados nomes como Willan Blake, ou Jack Kerouack que nem é tão poeta assim, mas um escritor muito polêmico, o famoso precurssor da "geração beat". É, eu gostava de ler tudo que era poesia. Nem sabia quem era o cara, bastata estar escrito em versinhos ou simplesmente apresentando uma rima que já me atraía os olhos. Era capaz de perder horas lendo livros empueirados, com páginas amarelas e nomes de autores que nunca ninguém havia comentado para mim um dia. Mas como tudo se perde na vida, o tempo foi tomando um pouco do meu amor pelas letras e hoje confesso que nunca mais escrevi como antes escrevia. É, eu escrevia poemas, acredita? Tenho uns montes guardados à sete chaves, para ninguém ver, só eu. Para que adianta então né? Sei-lá, talvez para um dia eu mostrar para meus netos ou para alguém interessado em ler poeminhas de amor, solidão, loucuras, desejos, sensações, e outros momentos vivenciados por mim no início da "aborrecência", quando me sentia a mais dark de todas as meninas da minha idade. Hoje em dia, confesso que nem sou mais fã de roupa preta. Nada contra quem gosta, mas prefiro um verde ou azul. Sei-lá... a época dark não me trazem boas lembranças e desde que passei a usar roupas mais coloridas, até minhas poesias mudaram o teor. Mas, dias esses, passando pelo Bosque Central - é aquele mesmo infestado de coco de pombas - vi um cara vendendo poesias, como há muito não via antes. Em Curitiba isso é muito comum. Sempre tem um doido por lá vendendo seus escritos e pedindo a nossa colaboração pela sua arte. Eu acho isso o máximo, por isso sempre compro. Acho que os caras devem fazer isso mesmo, ir a luta, pedir ajuda para tentar fazer com que seu trabalho dê certo. Com o nome "En passant", o folhetinho do poeta apresenta cinco poesias, bem legais por sinal. A verdade é que como não sou crítica, nem a melhor das leitoras, nem muito menos sei explicar qual poema é melhor que o outro - se o que tem riminha ou se o que condiz com algum sentido - para mim, toda poesia é bela. Acho que só pelo fato do cara parar para escrever poema e pensar em transmitir seu poema à terceiros, já faz com que eu goste de todo tipo de poesia. Um dos escritos do autor começa assim: "Era meio dia, e um homem vendia, na Avenida Paulista, poesia. O sol ardia, no meio dia, e aquele homem vendia na Paulista, poesia". Bonitinho né? Gostei. Bom... para quem quiser conhecer as poesias do cara, tem o contato dele no folhetinho e segundo ele me disse no dia que eu "colaborei" com a sua arte, ele estaria prestes a lançar um livro. O contato dele é pelo email: icarusdei@hotmail.com, e eu vou deixar um poema inteiro aqui para a apreciação de vocês: En Passant A vida é a arte de caminhar sem preocupações de um instante para o outro o mistério da transição passam todas as coisas milésimos de segundos separam o começo do fim tudo parece oscilar o mundo está sempre fugindo tudo escapa pelo vão dos dedos A vida é mudança de um instante para... segredos, evolução de um instante... gritos contidos, mutção de um... (en passant). posted by Amaralina21:00 . . .
Há música em mim Quando acordo cedo A música em mim Finge não ter medo Há música em mim Quando dói o dente A música em mim Age normalmente. fred martins Juro que às vezes não me acho normal. A primeira coisa que penso em fazer ao acordar, é escutar música. Nem me espreguiçar direito ou lavar o rosto eu faço. Nada. Tudo o que penso é em escutar música. Mas o dia de hoje foi gostoso. Dormi como há dias não dormia. Acordei perto do meio-dia, com o corpo todo doendo, de tanto ficar deitada. A verdade é que eu adoro acordar cedo, mas tem vezes que a gente precisa extrapolar um pouco. Principalmente naqueles dias que não temos compromisso marcado, hora certa pra chegar, algo assim. Então acordei tarde, cheia de preguiça e fome. Mesmo assim fiz o que meu coração manda. Liguei o computador e conectei o site da Rádio Eldorado de São Paulo. Fazia tempo que uma pessoa havia comentado para mim dessa rádio e eu sempre esquecia de acessá-la. Nossa, a rádio é muito boa. Lá toca de tudo e tudo muito bom. Quem quiser conhecer entra lá: www.radioeldoradofm.com.br. E olha que a rádio existe há 50 anos heim. O bacana é que apesar de ser FM, rola uma programação bem diversificada e bastante noticiário entre as músicas. O que não é muito comum nas FMs de hoje em dia. Mas é muito bom acordar cedo (ou melhor, tarde) sem ter que cumprir horário, fazendo tudo na lentidão do seu corpo que ainda está acordando, de acordo com os seus movimentos. Na verdade eu nem conseguia ficar mais na cama porque eu realmente estava com o corpo doendo, então fui curtindo o som no balanço das atividades normais de quem acaba de acordar: banho, escovar os dentes, etc. As manhãs de domingo costumam ser diferentes para mim. Sempre lembro de quando ainda era pequena que era dia de ir na missa. Antes de chegar na igreja, uma passadinha na feira era tradicional. E sempre acabava chegando atrasada, me deparando com o salão lotado. Daí não conseguia lugar para sentar e ainda ficava brava, com vontade de ir embora. Hoje em dia, os domingos tem sido uma correria só. Quase nunca estou com o dia liberado, sem ter nada o que fazer, e isso as vezes me cansa. Tá, é verdade que eu sempre procuro "sarna pra me coçar", mas há momentos que precisamos descansar um pouco. Fazer assim como fiz hoje, acordar só quando não aguentar mais manter os olhos fechados. A verdade é que eu acho um desperdício acordar tarde em pleno domingo. Para mim, aos domingos, o sol parece brilhar mais forte, mais bonito. As ruas levam brisas fresquinhas, sem movimentação de carros, sem poluição de escapamentos. Para mim, domingo é dia de sentar na grama fresca, passear com o bicho de estimação, fazer pique-nique ou visitar alguém num hospital, num asilo, algo assim. Tenho estado tão atribulada com coisas minhas que há tempos não faço nenhuma dessas atividades que acabei de citar. E já tenho me sentido chateada por isso. Próximo domingo que eu estiver a toa, vou escolher uma dessas da lista e acordar bem cedinho, ao invés de ficar com o corpo doendo de tanto dormir. É.. até que foi bom porque me sinto revigorada. Estava precisando dormir assim, extrapolar as horas, olhar no celular e levar um susto quando ver que já são 11h30. Mas tudo o que é demais também não é bom, não é verdade? Por isso acho que não sou tão normal em relação ao meu desejo pela música. Acordar ao som de uma música qualquer de Caetano ou um balançar um pouco mais forte de Zélia Duncan é super legal. Cito o nome deles porque foi o que escutei hoje cedo, mas adoro muitos outros cantores, muitas outras bandas ou grupos. A gente fica com a música na cabeça o dia todo, cantarolando, até arrumar outra coisa pra pensar. Acho que enquanto eu existir, músicas me rodearão, por toda parte em que estiver. E se alguém que goste de mim não gostar de música, acaba gostando, de tanto escutar eu cantarolando ou pelo menos passa a conhecer um pouquinho de alguma coisa sobre música, meio que por osmose, até que fique com raiva de mim ou da música. posted by Amaralina21:14 . . .
"Que ninguém se engane, só se consegue a simplicidade através de muito trabalho" clarice lispector Faz tempo já, eu estava passando ali perto do Sesc da Fernando de Noronha e avistei uma fila de "fuquinhas" que me chamou a atenção. O carrinho que lembra um "besourão" é realmente fofo não é mesmo? Achei o maior barato eles estarem assim, coincidentemente enfileirados. Então não resisti e fotografei. Eu só não fotogrado outras coisas suuuuuper legais na rua porque tenho medo de andar por aí com a máquina. Justamente eu, que ando a pé pela cidade toda, acabo flagrando cenas super legais, mas que não dá pra registrar. E quando eu tenho algum compromisso em algum lugar láááá longe, sempre tem alguém que me pergunta: "Por que você ainda não tem um carro?" Sinceramente, nem eu sei, mas confesso que curto dirigir. A verdade é que tenho tantos sonhos mais importantes, materiais ou não, que eles ocupam muito mais a minha mente do que a possibilidade de comprar um carro. Tá, eu sei que é hoje em dia é uma necessidade - mesmo havendo aquelas pessoas afrescalhadas que ainda insistem em comprar grandes veículos só para exibir às menininhas afobadas por um passeio noturno. Eu confesso que se eu tivesse um "fuca" acharia o máximo. Mas é que eu sou tão sossegada quando a isso, que nem me importo de andar a pé. Quando a gente caminha pelas ruas da cidade, acontece tanta coisa bacana em nossa volta. A gente encontra pessoas que há tempos não vemos, ajudamos alguém que quer atravessar a rua ou até mesmo carregar alguma coisa pesada, avista uns bichinhos - gatos ou cachorros que as vezes famintos a gente consegue ajudar. O máximo de andar pelas ruas também é poder encontrar cenas assim, inusitadas, engraçadas, bonitas. Eu não posso ver uma flôr ou uma planta qualquer um pouco diferente ou chamativa demais que logo paro para ficar admirando. Mas a vida motorizada hoje em dia deve ser muito difícil. Só para atravessar a rua a gente já se estressa, imagina para o povo que dirige o dia todo pelas ruas da cidade? NOssa, deve ser bem estressante mesmo. Eu sou a famosa "dominguera". Não que eu goste de dirigir só aos domingos, mas gosto de dirigir a passeio. Sabe quando você pega o carro e sai por aí, só para curtir o passeio? Pois é. Acho que quando eu comprar um carro vou ter que me concentrar muito porque qualquer coisa legal que eu aviste na rua, pararei para admirar, e então, esquecerei de avistar as coisas mais importantes como um sinal vermelho ou um cãozinho atravessando minha frente. Esses dias quase fui atropelada escutando meu MP3. Tá certo, mais uma vez eu não estava prestando atenção. Confesso que fiquei muito brava com a "buzinada" que eu levei na orelha. Mas se eu fosse o motorista faria o mesmo. Eu realmente estava muito desatenta. Mas imagina eu num fuquinha? Hum... ia ser muito legal. Ainda mais se ele fosse amarelo. Acho que preciso rever meus sonhos e prioridades. Afinal de contar um fuquinha não deve ser tão caro assim não é mesmo? O problema é que, reza a lenda, que o fusca tem alguns sérios problemas, entre eles: quando o carro se envolve num acidente, a porta abre com facilidade. Isso significa que se por um motivo estúpido qualquer eu ter deixado de colocar cinto de segurança posso ser arremessada para fora do carro. Outro problema é que ele é um dos carros mais fáceis de ser roubado. Tá, mas quem é que vai quere um fuquinha? Ixiiiii, mas tem heim... Outra coisa é que ele parece um ovo e eu confesso que balisa não é comigo. Imagina eu tentando estacionar um carro desse? Como saberia se a ponta (?) do carro está de acordo com o meio-fio ou perto do carro de trás? Ou da frente? Acho que vou continuar apreciando o fusquinha assim, de longe. Mas que ele é um carrinho que eu acho "fofo", isso é. Um dia quem sabe eu providencio um daqueles modelos novos sabe? É, daqueles beeeem caros... (rs...) Nossa... daí eu acho que já estou sonhando demais. posted by Amaralina14:38 . . .
"Errar não é humano, depende de quem erra, esperamos pela vida, vivendo só de guerra" múmias - biquini cavadão Mesmo antes de existir esses malditos MP3s, eu já era viciada em música. Andava pelas ruas da cidade com meu cabelão estilo "black power" (ou talvez mais para cantoras como a Gal ou Bethânia) com aqueles fones de ouvido grandões, que no fundo eu tinha vergonha, mas que não conseguia largar. O famoso walk-man da época, era pretinho, a cor que eu mais gostava e que mais marcava presença no meu guarda-roupa. Eu me sintia uma menina má, má mesmo! Só queria escutar rock and roll de verdade, "das antigas", não valia ser nenhuma música que tivesse sido feita a partir da década que nasci. Eu me sentia uma rebelde. Rebelde sem causa, é lógico. Mas a verdade é que a música sempre esteve presente na minha vida. Atualmente ela marca presença de forma mais equilibrada, sem exageros. Antes, eu vivia, respirava, almoçava, dormia música. Hoje, não. Hoje ela me acompanha, por meio do meu MP3 lilás - made in japan - quando circulo pela cidade na correria do dia-a-dia. No fundo, no fundo, sei que eu curto andar com esses fones de ouvido "pra-lá-e-pra-cá" porque eles me fazem sentir mais a vontade na hora que eu fico cantarolando. Dessa forma, quem me ver balbuciando por aí, pelas ruas da cidade, além de não conseguir me chamar (porque eu não vou ouvir) vai saber que é porque estou reproduzindo o som que escuto. Se eu não estiver com eles, cantarei do mesmo jeito, só que sozinha, consequentemente, ficarei tímida diante dos transeuntes que passarem por mim. Mas a verdade é que hoje eu estava escutando uma das milhares de músicas nacionais que eu curto, qundo chegou a vez de uma do Biquini Cavadão. O nome da letra - "Múmias" - me fez pensar em várias coisas que tenho divagado nos últimos dias. Nossa... as vezes os seres humanos não passam de múmias, não é mesmo? É, e eu me enquadro nisso. Acorda, levanta, trabalha, estuda, dorme. Acorda, levanta, trabalha, estuda, dorme. Quer dizer. Não que pareça uma múmia no sentido literal da palavra, mas no sentido "abestado" da coisa. A letra diz: "Bem aventurados sejam aqueles que amam essa desordem, Nós viemos a reboque, este mundo é um grande choque, Mas, não somos desse mundo, De cidades em torrentes, De pessoas em correntes". O que eu acho bacana é quando nós, seres imperfeitos, "abestados" por assim dizer, que possuem uma porcentagem limitada de uso do cérebro, passa a raciocinar e almeja por mudança. Aííííí sim. Tá, eu sei que é foda. É tudo muito difícil mesmo. Tem gente que não sabe nem por onde começar as mudanças. Mas viemos e voltamos... chega um dia que sentimos necessidade de sair da inércia, não é mesmo? Pois então. Hoje, escutando essa música, fiquei de certa forma, feliz. Feliz porque tenho acompanhado progressos, pessoas que buscam realizações, querem mais, não têm se contentado com pouco. Pessoas que já se cansaram de sofrer, de se lamentar e que agora está deixando o sarcófago. Elas estão em busca da luz do sol, do brilho das estrelas, do sorriso da criança, da alegria dos amigos, dos verdadeiros prazeres da vida. Eu fico ainda mais feliz em poder compartilhar e compactuar com essas mudanças. Na verdade, mais que isso, sinto-me de certa forma, até mesmo orgulhosa em poder partilhar dessa transformação. Parece que observo uma pequenina flor disputando espaço com uma rocha sólida e resistente. Mas o que me chama ainda mais a atenção é perceber que as forças surgem da necessidade de sair dessa "guerra" que vivemos em nosso mundo mesquinho. Que muito mais que depender da vontade do indivíduo, a mudança surge quando há união de forças, partilha - das dores e das alegrias. E sendo assim, o caminho para a emancipação se revela, diante dos olhos famintos por felicidade. E eu confesso aqui, de coração aberto, que é lindo perceber a paz no coração dos que um dia foram aflitos. posted by Amaralina17:01 . . .
"Só podemos vencer o adversário com o amor, nunca com o ódio". gandhi Semana passada fui para Centenário do Sul cobrir uma manifestação em protesto contra a falta de segurança na cidade. Confesso que fui com uma "pulga atrás da orelha", achando que o evento não fosse dar muito ibope. Chegando lá, o que vi foi outra coisa completamente diferente. O ser humano é tão acostumado com a canalhice de outros seres humanos, que quando encontramos pessoas honestas, dispostas, verdadeiras e com causas justas, dando a cara para bater para reinvindicar seus direitos, logo pensamos que existe um desejo de uma recompensa. Quando vi aquelas cerca de 200 pessoas, entre estudantes, moradores em geral e principalmente comerciantes (que inclusive fecharam a porta de seus estabelecimentos para participar do ato) reunidas num só propósito... veio então na minha cabeça: "Ai ai... qual será o candidato que está por trás disso tudo?" Mas, a agradável supresa foi quando encontrei pessoas dispostas, a fim de fazer a mudança acontecer. Padres, evangélicos e até mesmo aqueles que nem são tão ligados à religião alguma, todos juntos, para levantar uma só bandeira: combater a violência e advertir os jovens quanto a importância da vida e o "não às drogas". Foi bem bacana ver tanta gente nova num só ato. Até mesmo caixões foram usados para chamar a atenção de quem passava. A pequena cidade parou e os moradores fizeram questão de revelar a indgnaçã quanto a violência, que para eles é vista de uma forma completamente diferente da nossa (quando digo nossa, falo sobre nós, moradores de cidades grandes como Londrina ou outras do mesmo porte). Para eles, o furto e o roubo já são o extremo da violência. Presenciar bandidos roubando o fruto do trabalho de uma família, é inadimissível. Confesso que admirei o pensamento deles e percebi o quanto nós somos relaxados e acabamos nos acomodando com a criminalidade. Deixamos ela acontecer, assim, como se não fosse nada de tão horrível. A cidade que nem tem homicídio conseguiu reunir mais de 200 pessoas num protesto super articulado e bem organizado e nós aqui de Londrina não somos capazes de clamar pelas vidas que se perdem quase todos os dias. Os números estão aí para provar que a crueldade dos bandidos está cada vez mais aflorada e nós estamos sentados nos nossos confortáveis sofás, em casa, assistindo uma futilidade qualquer na TV. Fiquei feliz com o protesto. Fiquei feliz em ver tantos jovens, cartazes pedindo paz, meninos do Grupo de Escoteiros, estudantes especiais da APAE, adolescentes com violão cantando músicas com letras que transmitiam a importância de seguir uma vida com valores. Apesar do sol forte, dos quase dois quilômetros andando a pé no meio do tumulto e da pressa do dia, me alegro em perceber que ainda existem ações assim, pensadas com o objetivo de propagar a paz de verdade, na sua essência. Ações que querem servir como uma prevenção às desgraças que podem vir a acontecer caso ninguém faça nada de diferente agora. Eu tento fazer a minha pequenina parte todos os dias para tentar propagar o amor e a solidariedade no coração de quem passa por mim. Quem sabe assim a gente pode conseguir, mesmo que bem devagarinho, mudar as atitudes de muitas pessoas. Até mesmo aquelas que são vistas como "fora de qualquer suspeita" mas que pensa em cometer algum delito - por menor que ele seja, indo da corrupção, a omissão ou até mesmo um assassinato. Eu quero fazer a diferença e conseguir mudar, e você? posted by Amaralina23:51 . . .